31 de dezembro de 2013

Resoluções de Ano Novo

Vem chegando o fim do ano, e vem vindo aquele período de cansaço absoluto. Dezembro é um inferno, contas e mais contas e impostos e compras. As lojas lotadas, os supermercados entupidos de gente, as ruas formigando de pessoas. É um estresse só. Estão todos esperando pelo período de renovação e de relaxamento que é Janeiro.

O início de um novo ano parece que renova as energias, que dá vontade de fazer tudo que não fizemos no ano passado, dá vontade de ser uma pessoa melhor! Daí começa o ano pra valer e deixamos tudo de lado. Fazemos milhares de resoluções de ano novo, mas quantas cumprimos? Umas duas ou três, e olhe lá!  Mas é divertido fazer resoluções de ano novo, simplesmente pela animação e pela esperança da mudança, não sei, eu gosto.

Minhas resoluções de ano novo:

1- Passar no vestibular: Terceiro ano é pra valer. Quero passar em medicina, sei que vou sofrer MUITO pra isso, mas estou me preparando.
2- Fazer academia REGULARMENTE: Minha falta de compromisso e preguiça me impediram de fazer esse ano.
3- Ter uma rotina: Ficar na escola até tarde, planejar os dias em que ficarei nas aulas de revisão, planejar os dias e horas na academia, horas de estudo, etc, pra não chegar em casa desesperada sem saber pra que lado ir.
4- Aprender a dizer não: É um defeito meu, não gosto de magoar as pessoas, então não sei dizer não. É uma meta que tenho faz MUITO tempo.
5- Parar de tentar agradar todo mundo: Outra coisa que faço é tentar se amigável com todo mundo, não odeio ninguém, não critico ninguém, e tento agradar todo mundo. Isso não ME faz bem, então tenho que parar.
6- Ter unhas compridas: Em um passado bem bem distante, minhas unhas eram fortes, longas e lindas. Daí eu entrei pro ensino médio e foram todas pro saco. É hora de tentar consertar isso. Parar de roer as unhas.
7- Comer melhor: Não como frutas, legumes, verduras, saladas e carnes. Preciso aprender a comer direito ou vou começar a ter problemas de vitaminas.
8- Me vestir melhor: Simples assim: eu me visto mal pra caramba.
9- Ser menos estressada e ter mais paciência: Sou absurdamente louca, nervosa, ansiosa e estressada. Até os professores me zoam por causa disso. Ano de vestibular não posso me dar ao luxo de enlouquecer por qualquer coisa. Talvez precise de alguma atividade desestressante no tempo livre: vou passear com o cachorro.
10- Mudar meu cabelo: Já está planejado, será demais!

Por enquanto é isso. Espero poder cumprir pelo menos algumas dessas metas, especialmente a academia e a rotina. São coisas das quais eu realmente preciso.

Colocar seus desejos e metas em um papel realmente ajuda a ter força de vontade.

Aproveitem o ano novo, onde quer que vocês estejam, com quem quer que vocês estejam! Seja em um clube com os amigos, em um cruzeiro, em uma viagem, em um intercâmbio, viajando, com a família, com o amor da sua vida, em casa, na praia, em festas, o que quer que seja. Ano novo é sempre uma época gostosa e renovadora. E tem comida (a melhor parte, segundo minha pessoa).
 
E você, já fizeram suas resoluções de ano novo?

Ariel Z.

28 de dezembro de 2013

Um Desabafo sobre Relacionamentos

Nesse mês vi pessoas se apaixonarem e se desapaixonarem pelo menos umas 3 vezes. Não acredito em "amor repentino" que acontece em uma semana e meia, não acredito em superar um relacionamento forte em menos de 1 mês. Não é indireta, é desabafo mesmo. Esse mês vi casais se formarem e se separarem. Vi pessoas encontrarem o amor da vida delas, que por acaso não é o mesmo que era em novembro. E isso, cada vez mais cotidiano, acaba por destruir o amor. Acaba parecendo dor de cotovelo, vingança, mente fraca, ou simplesmente desejo sexual. As pessoas reclamam disso, de gente que faz isso, chamam de puta, de piranha, de rodada, de galinha, de pegador, sem compromisso, de qualquer coisa, mas faz igual, achando que fez por amor. Isso não é amor, pode ser qualquer coisa, mas não é amor. Sejam sinceros consigo mesmos! Sejam realistas, pensem bem. O amor está em extinção porque as pessoas não têm mais fidelidade e muito menos respeito umas pelas outras, e sem esses dois fatores, não existe amor, e muito menos relacionamento saudável. Então não adianta postar um livro falando sobre como está apaixonado(a) pelo amor da sua vida se você acabou de terminar um namoro sério com o antigo amor da sua vida, não vai durar. Sensibilidade e um pouco de bom senso fazem muito falta nessa hora, e um relacionamento que nasce assim geralmente, senão sempre, termina logo. Então por favor, pensem, reflitam, pensem em si mesmos, nos outros, no futuro, no que pode ser. Não finja que está bem, que superou, ou pelo menos tenha respeito com o outro lado do antigo relacionamento. Pelo amor de Deus, todos têm sentimentos!
Fica aqui meu desabafo. Não pretendo insultar ninguém, nem atingir ninguém. Só quero registrar meu pensamento sobre o assunto e talvez aconselhar, caso alguém tenha paciência e vontade.

Falta muito respeito nesse mundo, e isso acaba com qualquer tipo de relacionamento, inclusive os amorosos. Então, antes de qualquer coisa, tenha respeito pelo outro: um dia você pode estar no lugar dele.

Ariel Z.

27 de dezembro de 2013

Loucuras Da Minha Vida

Parecem aquelas histórias que seu tio conta na ceia de natal, aquelas que você escuta seu professor mais velho contar como se fossem filmes de ação, que seu pai jura que vivenciou: parecem brincadeira, mas são verdade. Aqui vão, loucuras cometidas por mim, e que eu pretendo não fazer denovo (embora provavelmente vá fazer pois sou incrivelmente esperta):
1- Entalar a cabeça na grade do zoológico: Quando eu tinha uns 4 anos meu passatempo favorito era visitar o zoológico. Sempre tive uma obsessão por  animais, então volta e meia meus pais tinham que me levar no zoológico para saciar minha fixação. Um dia, em que eu estava inclinada a adorar águias, eu resolvi dar uma olhada nelas mais de perto. A cerca era de madeira, tábuas mais grossas na vertical sabe? Enfiei a cabeça entre essas tábuas, e quem disse que a maldita saía depois? Foram necessários vários minutos e muita força pra tirar minha cabeça de lá. Da próxima vez que visitei o local, as grades eram todas de fios de arame. Vai saber..
2- Ir a um Show da Sandy e Júnior: Não preciso dizer mais nada. Além do mais, peguei catapora lá.
3- Ir caminhar em dia de tempestade com três mulas e um guarda-chuva: Esse episódio foi com minhas primas: decidimos comprar açaí, levamos apenas um guarda-chuva porque ninguém acreditava que choveria de fato. Descemos até uma linha de trem e começou a chover. Subimos correndo nos chuviscos, e para não nos molharmos, paramos em um toldo (até aí a chuva tava fraca). Nesse momento, a chuva aumentou muito e saímos os quatro gordinhos dentro de um só guarda-chuva, parecendo pinguins. Meu lado direito nunca esteve tão seco se comparado ao esquerdo. Resumindo, não adiantou nada e chegamos encharcados em casa. Além das minhas primas retardadas ficarem pulando na chuva cada vez que dava um trovão, e quase caíam na enxurrada que chegava até os joelhos. Meu irmão e eu lá atrás tentando resgatar as duas loucas. Tenho um post descrevendo essa história com mais detalhes: Banho de Chuva.
4- Viajar para cavernas: Era uma viagem da Viver, minha primeira viagem, pra ser sincera. Digo a viagem inteira porque foi inteira uma loucura. Entrei em cavernas com água até o pescoço e o teto da caverna raspando nos meus cabelos. Mergulhei para atravessar um pedaço da caverna, e me enfiei dentro de uma cachoeira dentro da caverna. Quase pisei em uma cobra coral e depois queria brincar com um gambá raivoso. Entrei em cada coisa, me enfiei em buracos e me entalei denovo. Foi uma desgraça atrás da outra, mas foi uma das melhores viagens da minha vida.
5- Correr de onça no Pantanal: Viagem da escola denovo. Estávamos em uma pousada no meio do pantanal. A professora resolveu fazer uma caminhada noturna, dispensando guia, lógico, e levou todos os alunos de 13 anos junto. Com 13 anos, eram todos barulhentos e estabanados. Em meio a brincadeiras, chutes em matos e gritos, a professora mandou todos ficarem quietos e apagarem as luzes. No momento em que a última luz foi apagada, de mais ou menos meio metro do grupo, veio um rugido tenebroso. Saiu todo mundo correndo, se empurrando, se espancando. A professora depois disse que foi um jacaré, mas eu tenho certeza que jacaré não ruge, e muito menos um rugido parecido com o do leão.

Essas são algumas, com certeza tenho mais, mas no momento não me lembro de todas. Como está um calor do caramba, e o notebook está começando a esquentar demais, vou deixando por aqui. Depois falo mais sobre outras histórias loucas da minha vida, como me pintar de verde e procurar duendes no meu quintal. Mas isso fica pra outro dia.

Beijos

Ariel Z.

25 de dezembro de 2013

A Busca pelo Cubo do Conhecimento

Estou em Araçatuba, na casa das minhas primas, vivendo a maior caça ao tesouro que já vi em minha vida.

Tem uma faculdade aqui chamada UniToledo, e neste fim de ano, o dono da faculdade decidiu fazer uma nova jogada de marketing para promover a faculdade: uma caça ao tesouro na cidade inteira e em mais três municípios: Birigui, Guararapes e Penápolis. As dicas são difíceis de interpretar, e envolvem anagramas, interpretação, matemática, conhecimentos gerais, geografia, enfim, precisa ser inteligente para decifrá-las. Hoje ele escondeu o último cubo, o cubo dourado, quem encontrá-lo ganha muitos prêmios, incluindo um carro e uma bolsa integral na faculdade.

O dia começou ontem, à meia noite. Saiu a primeira dica. Contas e mais contas e mais contas. Passamos horas tentando interpretar o mapa, as contas, os números. Até versículos da bíblia tentamos encaixar. Mais tarde descobrimos que as letras análogas aos resultados das equações formavam um anagrama da palavra "parque". Quatro horas depois, recebemos uma tabela periódia sem o cálcio. Isso já estávamos nas quatro da madrugada. A próxima dica saiu as oito horas: um fruto de baguaçu. Pensamos no rio baguaçu, no bairro baguaçu, etc. A próxima dica, ao meio dia, foi um texto sobre direções e economia. Finalmente, agora às quatro horas, saiu a foto de uma figueira, ou um ficus, sei lá. Não aguentamos ficar só sentados esperando, saímos correndo à busca do douradinho (observe a intimidade).

Primeiro fômos a uma praça, eu e minhas primas sempre conectadas no facebook do Toledo pra ver se alguém achou. Chegando na praça, e após procurar loucamente, decidimos que o cubo não estava lá, mas só para descontrarir, decidimos fazer uam brincadeira: pegamos uma laranja amarelada (cor do cubo), seguramos meio fechado assim, e berramos:
- ACHAMOS ACHAMOS ACHAMOS O CUBO CORRE PRA TOLEDO AAAAH
Saiu o bando de gente correndo feito gazelas pela praça, quase fômos atropelados na rua, e chegando no carro, no desespero ninguém conseguia abrir a porta. Demos tanta risada que meu estômago tá doendo até agora.

Enquanto andávamos pela cidade observando os lugares dos quais desconfiávamos, o Carlos Henrique (primo maraaavilhoso) ia berrando:
- VOCÊ VIU O CUBO? VOCÊ ENCONTROU O CUBO? CADÊÊ O CUUBOO! CUUBOOOOO
E buzinando como se não houvesse amanhã.

Por fim voltamos e estamos esperando a última pista, que sai às oito horas. Alguns podem dizer que é materialismo sair por aí atrás de um cubo pra ganhar o carro, que estragou o natal, que ninguém ficou com a família, que ninguém ficou em casa. Mas eu não concordo, saímos todos, juntos, unidos, conversando, discutindo, felizes, animados, com aquela alegria e ansiedade especiais de criançada que procura o brinquedo do Papai-Noel. Nos encontramos nas ruas, brincamos e corremos, conversamos com outras pessoas. Acho que foi um dos melhores, senão o melhor, natal que eu já passei.

Não quero encontrar o cubo, quero só saber onde ele está. Caso queiram acompanhar a saga, entrem na página da UniToledo no face, lá eles estão postando tudo.

Beijos gente! Bom natal!

Até mais!

Ariel Z.

20 de dezembro de 2013

O Que eu Seria?

Quando as pessoas perguntam: "Ai, o que você pensaria se fosse uma alemã na época de Hitler?", "O que você faria se você estivesse nos EUA durante a guerra fria?", "Você seria feminista na Idade Média?", eu tenho vontade de responder que seria uma alma iluminada que saberia que algo estava errado. Mas não sou. Se eu fosse alemã na época do Hitler, eu seria nazista, o cara fez milagres econômicos na Alemanha, com certeza seria um bom líder. Se eu estivesse nos EUA ou em algum país capitalista na guerra fria, com certeza iria odiar o comunismo, os comunistas e o Marx, era uma propaganda muito forte. Se eu seria feminista na Idade Média? Quase certeza que não, seria uma religiosa fervorosa como todas as outras. EU sei bem que seria facilmente levada a acreditar em qualquer coisa que seja se não fosse o conhecimento que tenho até hoje. Isso porque já me acho bem influenciada pela mídia, mesmo tentando ser muito crítica sobre tudo. Então antes de responder que seria uma alma iluminada, eu penso bem, e vejo que com certeza eu seria como todos os outros.

Bem gente, estou voltando pro blog. Passei o começo das férias vegetando, mas agora pretendo voltar mesmo!

Beijinhos !

Ariel Z.

25 de novembro de 2013

Experiências Culinárias - Chelsea Buns

Como já disse há muuuuuito tempo, eu adoro fazer comida. Que tipo de comida? Qualquer um. Eu faço macarronadas, carnes, bolos, brigadeiros, tortas... Bem, pelo menos tento. Na maioria das vezes, eu acabo com uma gororoba molenga mas com gosto bom.

De abril pra cá, tenho assistido a muitos programas de culinária na TV. Com isso, meus instintos culinários afloram e eu quero correr pra cozinha e misturar tudo que estiver lá. Só tem um probleminha: metade das coisas que os caras usam na TV eu nunca vi mais gordo! O que é anis? Pra que serve tomilho? Que lhufas é noz pecã? Onde eu acho tudo isso, e mais importante: onde eu coloco tudo isso? Mais da metade dos ingredientes e temperos eu não conheço.

Pois é, baixa essa onda de decepção com a vida e eu desisto de cozinhar. Mas estou entrando em férias, e estou ficando animada! Talvez eu consiga alguma coisa decente cozinhando com as revistas de receita da minha mãe, ou então com receitas da internet. Mas eis que hoje me veio uma luz:

Chelsea Buns

Coloquei o nome em inglês porque não achei a tradução. Continuando, esses bolinhos, mini rolinhos, quase rocamboles, o que quer que sejam, são fáceis de fazer, e tem cara de serem MUITO bons. Olhem que beleza. Só que como eu sou gorda ao extremo, vou trocar as frutas de dentro por gotas de chocolate, pro chocolate derreter dentro da massa e ficar TIPO DEUS. Sacas?

Imaginem só isso feito com chocolate. Nossa, to babando só de pensar. Planejo fazer nas férias com a ajuda das minhas primas confeiteiras mais lindas do mundo e com minha sábia avó que sabe fazer massa. Daí talvez não saia uma gororoba monstruosa.

Estou começando os planejamentos para a execução da receita: pedi pra minha mão todas as receitas de massa que ela encontrar na editora, dicas para os conhecedores da arte da massa, estou pesquisando na internet... Só falta a prática, que vai ficar pra depois porque agora tenho outras coisas pra fazer.

Só vim compartilhar minha felicidade com vocês porque não tenho com quem conversar neste momento. Hahahah!

Desculpem por ter abandonado o blog, mas a escola estava simplesmente impossível. Ah, e ontem eu prestei fuvest e fiz 55. Ó, sou inteligente mamãe!

Beijos meus queridos, até a próxima!

A.A.Z.

23 de outubro de 2013

Instituto Royal

Quando fiquei sabendo do caso do instituto Royal, fiquei impressionada e extremamanete comovida com a atitude daqueles que resgataram os beagles. Em outras palavras, adorei o que eles fizeram, e acho que deviam mesmo ter invadido. Muita gente achou absurda a minha opinião, acharam que a invasão não era necessária ou que os testes devem mesmo ser feitos por uma série de motivos. Concordo que invadir é um ato violento e muitas vezes não ajuda em nada, mas os ativistas já estavam negociando a retirada dos animais há tempos, e nada havia sido feito, nesse caso uma invasão é justificável. Também sei que os testes com animais proporcionaram um grande avanço em varias áreas, mas vivemos em um planeta muito desenvolvido tecnologicamente falando, e acredito que seja possível desenvolver um substituto para isso. Provavelmente só não é desenvolvido porque gasta dinheiro demais e não é do interesse das grandes empresas (se é que já não existe e não é divulgado porque é mais caro que usar animais). Além disso, nada se fala dos direitos dos animais, não é mesmo? Não podemos fazer experiências com humanos contra a vontade deles, mas com o cachorro pode? O cão tem tato, olfato, audição, visão como todos nós. São seres vivos, SENTEM tudo o que fazemos com eles. E não sentem só sensorialmente falando, os cães tem sentimentos: eles ficam tristes, sozinhos, felizes, bravos. Eles sentem dor. Eles sentem o abandono, o descaso. E aí? Eles não tem o direito de ser felizes, de ter uma família? Pode fazer o que quiser com o cachorro só porque ele não se defende como nós? E o beagle foi escolhido porque não reage. Quer algo mais horrível que isso? Além de não se defender, eles também não reagem à tortura.

Ah gente, tenham um pouco de consciência e pensem. Se fossem crianças de rua, inocentes, indefesas, sem saber o que está acontecendo direito, vocês concordariam? Um cão é semelhante. Afinal, qual a diferença entre um cão e um homem? Por que podemos torturar um cão e não um homem? Eu nunca vi um cachorro matar para pegar a pele, destruir o próprio ambiente, escravizar sua própria espécie, e fazer tantas outras burrices que nós homens cometemos. Só os vi se agindo em defesa própria, fazendo outros felizes, ajudando cegos, salvando vidas. Por isso se me perguntarem o que eu penso, eu prefiro os cachorros.



Meus bebês


9 de outubro de 2013

Crescer

Crescer é aceitar a fragilidade, a sensibilidade, as fraquezas. Crescer é admitir seus erros, seus defeitos, seus problemas, suas neuroses. Crescer é aprender a deixar o orgulho e o egoísmo de lado e se importar com os outros. Crescer é enfrentar os problemas sozinho, é cair e levantar até se quebrar todo. Crescer é aprender a se impor limites e respeitar os dos outros. Crescer é assumir as responsabilidades de ser um adulto. Crescer é ser você mesmo. Crescer é fazer escolhas. Crescer é aprender e desaprender. Crescer é mudar, revolucionar, derrubar. Crescer é amadurecer. Crescer é sair de sua zona de conforto e aprender a se virar sozinho. Crescer é difícil.

Ninguém quer crescer. Ninguém quer encarar os problemas e tentar encontrar uma solução para eles. Ninguém quer assumir responsabilidades. É muito difícil, dá muito trabalho, é muito doloroso. É mais fácil simplesmente ser criança e deixar as coisas acontecerem como se você simplesmente não tivesse nada a ver com elas. Quando a gente cresce, precisa enfrentar as coisas sem ninguém, sentir no peito a dor e o peso de carregar a si próprio nas costas.

Sempre dizemos que precisamos aceitar os defeitos e problemas dos outros, mas e os nossos? Reconhecemos e aceitamos nossos defeitos? Não queremos aceitar que somos imperfeitos. É difícil ser alguém de verdade, um alguém de carne e osso, que chora e ri, que tem problemas e qualidades. É mais fácil esquecer tudo isso e acreditar que o outro alguém é sempre pior que você.

A verdade é que temos medo de crescer. É tão fácil ser criança, ter uma mãe e um pai para lhe amparar, não ter responsabilidades e nem escolhas difíceis a se fazer, fingir que não há nada de errado. É fácil. Crescer é abandonar tudo isso. É duro, mas é necessário.

Se ninguém crescesse, como seria o mundo? Adultos-criança, com medo de encarar a vida com o próprio peito, sem capacidade de ser responsáveis, sem conseguir fazer escolhas. Seria um caos. Por isso escolhemos crescer. Ou não?

Observe o mundo hoje e perceba: Quantos adultos não são meninos com terno e maleta? Quantas são as garotas com saltos e maquiagem? Quantos são aqueles com o corpo de um adulto e a maturidade de uma criança?

Crescer ou não crescer? Eis uma questão.

Ariel Z.

30 de setembro de 2013

Oh... O amor!


Oh... O amor!

Bem, é complicado para mim dizer exatamente o que o amor representa, principalmente durante o meu dia a dia, já que eu não posso estar o tempo inteiro me dedicando a senti-lo, a absorvê-lo como eu deveria. São muitos os problemas que me assolam em um relacionamento a distância, como por exemplo: a própria distância! Achava que seria fácil demais e muito melhor por sinal, já que com a saudade, eu passaria a dar mais valor as coisas. E eu estava certo. Mas e ai, o que acontece? O sofrimento surge, devido ao valor tão imenso que é atribuído ao seu amor, e você passa a não conseguir mais enxergar outra coisa que não seja a ela. Não se concentra mais para estudar pois não tira ela da cabeça, passa longos minutos olhando para as suas fotos e beijando-as. É complicado eu sei. Se você passa o que eu passo ou ao menos algo parecido, já sabe que é questão de minutos para você se arrepender... Não de ter começado a namorar ou de achar que escolheu a garota(o) errada(o), mas de ter pensado anos atrás, de que seria uma situação fácil de se lidar.

A dona deste blog, a Ariel, é minha namorada já faz 2 anos e 2 meses, e eu só passei a amar ela cada dia mais, e a sofrer de saudade cada dia mais, por conta da distância. Não posto muitas coisas aqui pois eu realmente não tenho tempo. Mas quero dedicar este post a vocês que amam muito seus/suas namorados(as) e especialmente a Ariel, que é a menininha que eu mais amo nessa vida! Conheço você a tanto tempo Ariel, conheço tudo sobre você e mesmo assim você ainda consegue me surpreender cada dia mais! Não quero te deixar jamais. Eu te amo! <3

Do seu foquinha!
Te amo pra sempre! :3

25 de setembro de 2013

A Campainha Assombrada

Todo mundo tá sabendo desse filme que saiu semana passada, ou na outra, sei lá: Invocação do Mal, certo? Bem, domingo minha família toda, menos eu óbvio, foi assistir esse filme. Me contaram a história, tudo e talz. Eu como sou uma pessoa muito corajosa, só de ouvir os comentários sobre o filme já fiquei me cagando de medo. Pois bem, posso me considerar a pessoa mais sortuda do mundo: hoje eu fui atormentada por uma campainha amaldiçoada.

É sempre assim. SEMPRE! Essa tarde eu fiquei sozinha em casa com a Gi (a empregada), meu pai e meu irmão não estão aqui e minha mãe trabalha durante a tarde. Eu estava deitada na rede assistindo A Onda, bem no fundo do quintal. A Gi estava indo embora, e ela veio me falar:

- Ariel, não abre a porta pra ninguém tá?

- Tá bom Gi!

Não dá nem 10 malditos minutos que ela saiu, me toca a campainha. Mas não foi um "simples" toque, foi um maldito que ficou 5 minutos sem parar tocando loucamente e insistentemente. Quase fiquei surda tentando atender a porcaria. Parou de tocar. Liguei desesperada pra minha avó, e ela foi na rua ver. Não tinha ninguém. Depois de 5 minutos, a encapetada volta a tocar. Mais 5 minutos de tormento. Na terceira vez que ela tocou, eu liguei a câmera para ver quem era o desgraçado que estava perturbando a minha paz. Só que eu não esperava isso: NÃO TINHA NINGUÉM, NEM VENTO LÁ FORA. A campainha TOCAVA ENQUANTO NÃO TINHA NADA LÁ FORA. A cachorra estava se jogando no portão como se o próprio bode dos infernos estivesse do outro lado. As cachorras do quintal latiam até doer os ouvidos do bairro todo. Eu fiquei olhando besta a tela. Depois disso, a campainha maldita tocou mais 5 vezes. Sabe quando ela parou? NA HORA, NO INSTANTE EM QUE O CARRO DA MINHA MÃE ABRIU O PORTÃO E MINHA VÓ VEIO VER A CAMPAINHA. Olha que beleza.

Tenho certeza que era o espírito de porco de algum atormentado que passou a vida tocando campainha e correndo depois. Cer-te-za.

Bem gente, hoje eu posso afirmar que vivi uma experiência paranormal, e não adianta minha mãe dizer que foi problema no circuito da campainha, eu sei que foi o porco das labaredas infernais.

Olha gente, lembrei do filme e quase morri aqui. Me desejem sorte. Adeus mortais.

Ariel Z.