23 de outubro de 2013

Instituto Royal

Quando fiquei sabendo do caso do instituto Royal, fiquei impressionada e extremamanete comovida com a atitude daqueles que resgataram os beagles. Em outras palavras, adorei o que eles fizeram, e acho que deviam mesmo ter invadido. Muita gente achou absurda a minha opinião, acharam que a invasão não era necessária ou que os testes devem mesmo ser feitos por uma série de motivos. Concordo que invadir é um ato violento e muitas vezes não ajuda em nada, mas os ativistas já estavam negociando a retirada dos animais há tempos, e nada havia sido feito, nesse caso uma invasão é justificável. Também sei que os testes com animais proporcionaram um grande avanço em varias áreas, mas vivemos em um planeta muito desenvolvido tecnologicamente falando, e acredito que seja possível desenvolver um substituto para isso. Provavelmente só não é desenvolvido porque gasta dinheiro demais e não é do interesse das grandes empresas (se é que já não existe e não é divulgado porque é mais caro que usar animais). Além disso, nada se fala dos direitos dos animais, não é mesmo? Não podemos fazer experiências com humanos contra a vontade deles, mas com o cachorro pode? O cão tem tato, olfato, audição, visão como todos nós. São seres vivos, SENTEM tudo o que fazemos com eles. E não sentem só sensorialmente falando, os cães tem sentimentos: eles ficam tristes, sozinhos, felizes, bravos. Eles sentem dor. Eles sentem o abandono, o descaso. E aí? Eles não tem o direito de ser felizes, de ter uma família? Pode fazer o que quiser com o cachorro só porque ele não se defende como nós? E o beagle foi escolhido porque não reage. Quer algo mais horrível que isso? Além de não se defender, eles também não reagem à tortura.

Ah gente, tenham um pouco de consciência e pensem. Se fossem crianças de rua, inocentes, indefesas, sem saber o que está acontecendo direito, vocês concordariam? Um cão é semelhante. Afinal, qual a diferença entre um cão e um homem? Por que podemos torturar um cão e não um homem? Eu nunca vi um cachorro matar para pegar a pele, destruir o próprio ambiente, escravizar sua própria espécie, e fazer tantas outras burrices que nós homens cometemos. Só os vi se agindo em defesa própria, fazendo outros felizes, ajudando cegos, salvando vidas. Por isso se me perguntarem o que eu penso, eu prefiro os cachorros.



Meus bebês


9 de outubro de 2013

Crescer

Crescer é aceitar a fragilidade, a sensibilidade, as fraquezas. Crescer é admitir seus erros, seus defeitos, seus problemas, suas neuroses. Crescer é aprender a deixar o orgulho e o egoísmo de lado e se importar com os outros. Crescer é enfrentar os problemas sozinho, é cair e levantar até se quebrar todo. Crescer é aprender a se impor limites e respeitar os dos outros. Crescer é assumir as responsabilidades de ser um adulto. Crescer é ser você mesmo. Crescer é fazer escolhas. Crescer é aprender e desaprender. Crescer é mudar, revolucionar, derrubar. Crescer é amadurecer. Crescer é sair de sua zona de conforto e aprender a se virar sozinho. Crescer é difícil.

Ninguém quer crescer. Ninguém quer encarar os problemas e tentar encontrar uma solução para eles. Ninguém quer assumir responsabilidades. É muito difícil, dá muito trabalho, é muito doloroso. É mais fácil simplesmente ser criança e deixar as coisas acontecerem como se você simplesmente não tivesse nada a ver com elas. Quando a gente cresce, precisa enfrentar as coisas sem ninguém, sentir no peito a dor e o peso de carregar a si próprio nas costas.

Sempre dizemos que precisamos aceitar os defeitos e problemas dos outros, mas e os nossos? Reconhecemos e aceitamos nossos defeitos? Não queremos aceitar que somos imperfeitos. É difícil ser alguém de verdade, um alguém de carne e osso, que chora e ri, que tem problemas e qualidades. É mais fácil esquecer tudo isso e acreditar que o outro alguém é sempre pior que você.

A verdade é que temos medo de crescer. É tão fácil ser criança, ter uma mãe e um pai para lhe amparar, não ter responsabilidades e nem escolhas difíceis a se fazer, fingir que não há nada de errado. É fácil. Crescer é abandonar tudo isso. É duro, mas é necessário.

Se ninguém crescesse, como seria o mundo? Adultos-criança, com medo de encarar a vida com o próprio peito, sem capacidade de ser responsáveis, sem conseguir fazer escolhas. Seria um caos. Por isso escolhemos crescer. Ou não?

Observe o mundo hoje e perceba: Quantos adultos não são meninos com terno e maleta? Quantas são as garotas com saltos e maquiagem? Quantos são aqueles com o corpo de um adulto e a maturidade de uma criança?

Crescer ou não crescer? Eis uma questão.

Ariel Z.

30 de setembro de 2013

Oh... O amor!


Oh... O amor!

Bem, é complicado para mim dizer exatamente o que o amor representa, principalmente durante o meu dia a dia, já que eu não posso estar o tempo inteiro me dedicando a senti-lo, a absorvê-lo como eu deveria. São muitos os problemas que me assolam em um relacionamento a distância, como por exemplo: a própria distância! Achava que seria fácil demais e muito melhor por sinal, já que com a saudade, eu passaria a dar mais valor as coisas. E eu estava certo. Mas e ai, o que acontece? O sofrimento surge, devido ao valor tão imenso que é atribuído ao seu amor, e você passa a não conseguir mais enxergar outra coisa que não seja a ela. Não se concentra mais para estudar pois não tira ela da cabeça, passa longos minutos olhando para as suas fotos e beijando-as. É complicado eu sei. Se você passa o que eu passo ou ao menos algo parecido, já sabe que é questão de minutos para você se arrepender... Não de ter começado a namorar ou de achar que escolheu a garota(o) errada(o), mas de ter pensado anos atrás, de que seria uma situação fácil de se lidar.

A dona deste blog, a Ariel, é minha namorada já faz 2 anos e 2 meses, e eu só passei a amar ela cada dia mais, e a sofrer de saudade cada dia mais, por conta da distância. Não posto muitas coisas aqui pois eu realmente não tenho tempo. Mas quero dedicar este post a vocês que amam muito seus/suas namorados(as) e especialmente a Ariel, que é a menininha que eu mais amo nessa vida! Conheço você a tanto tempo Ariel, conheço tudo sobre você e mesmo assim você ainda consegue me surpreender cada dia mais! Não quero te deixar jamais. Eu te amo! <3

Do seu foquinha!
Te amo pra sempre! :3

25 de setembro de 2013

A Campainha Assombrada

Todo mundo tá sabendo desse filme que saiu semana passada, ou na outra, sei lá: Invocação do Mal, certo? Bem, domingo minha família toda, menos eu óbvio, foi assistir esse filme. Me contaram a história, tudo e talz. Eu como sou uma pessoa muito corajosa, só de ouvir os comentários sobre o filme já fiquei me cagando de medo. Pois bem, posso me considerar a pessoa mais sortuda do mundo: hoje eu fui atormentada por uma campainha amaldiçoada.

É sempre assim. SEMPRE! Essa tarde eu fiquei sozinha em casa com a Gi (a empregada), meu pai e meu irmão não estão aqui e minha mãe trabalha durante a tarde. Eu estava deitada na rede assistindo A Onda, bem no fundo do quintal. A Gi estava indo embora, e ela veio me falar:

- Ariel, não abre a porta pra ninguém tá?

- Tá bom Gi!

Não dá nem 10 malditos minutos que ela saiu, me toca a campainha. Mas não foi um "simples" toque, foi um maldito que ficou 5 minutos sem parar tocando loucamente e insistentemente. Quase fiquei surda tentando atender a porcaria. Parou de tocar. Liguei desesperada pra minha avó, e ela foi na rua ver. Não tinha ninguém. Depois de 5 minutos, a encapetada volta a tocar. Mais 5 minutos de tormento. Na terceira vez que ela tocou, eu liguei a câmera para ver quem era o desgraçado que estava perturbando a minha paz. Só que eu não esperava isso: NÃO TINHA NINGUÉM, NEM VENTO LÁ FORA. A campainha TOCAVA ENQUANTO NÃO TINHA NADA LÁ FORA. A cachorra estava se jogando no portão como se o próprio bode dos infernos estivesse do outro lado. As cachorras do quintal latiam até doer os ouvidos do bairro todo. Eu fiquei olhando besta a tela. Depois disso, a campainha maldita tocou mais 5 vezes. Sabe quando ela parou? NA HORA, NO INSTANTE EM QUE O CARRO DA MINHA MÃE ABRIU O PORTÃO E MINHA VÓ VEIO VER A CAMPAINHA. Olha que beleza.

Tenho certeza que era o espírito de porco de algum atormentado que passou a vida tocando campainha e correndo depois. Cer-te-za.

Bem gente, hoje eu posso afirmar que vivi uma experiência paranormal, e não adianta minha mãe dizer que foi problema no circuito da campainha, eu sei que foi o porco das labaredas infernais.

Olha gente, lembrei do filme e quase morri aqui. Me desejem sorte. Adeus mortais.

Ariel Z.

24 de setembro de 2013

Será?

A vida muda, e muda depressa. Hoje caiu minha ficha de que passei pela metade do Ensino Médio. Em menos de 2 anos alguém vai me entregar um diploma que assinala a conclusão desses 3 anos tão decisivos. E 2 anos atrás, onde estava eu? Para mim, parece que foi ontem. Lembro vividamente dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro que precederam meu aniversário de 15 anos.

Nesses meses eu estava no começo do meu namoro. Desenhei uma locomotiva e seu motor a vapor. Desenhei estrelas de 3 a 9 pontas na aula de geometria. Tive aulas de jardinagem. Escutei muito David Bowie. Trocamos a TV da sala aqui em casa e eu ficava jogando um joguinho novo do Xbox, chamado Viva Piñata. Fui viajar com a turma toda para trabalhar em uma fazenda. Saltei com um cavalo pela primeira vez. Comi morangos direto do pé. Fiz geleia e queijo fresco. Perdi meu iPod nessa viagem. Fiz meu FCE da Cambridge e fui aprovada com B. Mais do que esses acontecimentos, eu me lembro dos sentimentos e das sensações de todos eles. De como minha barriga dava voltas quando meu namorado vinha me visitar. Do nervoso e da superação de fazer e entregar todos os trabalhos e desenhos difíceis da escola. Do calor e do suor das aulas e jardinagem, e principalmente da professora. De ir todos os dias dormir ouvindo As The World Falls Down. De acordar antes de todo mundo no fim de semana e jogar esse jogo na TV nova como se não houvesse amanhã. De acordar cedo na fazenda, com frio, e ir ordenhar a vaca no pasto do outro lado do mundo. De ficar fazendo os relatórios na nossa hora livre, enquanto todo mundo passeava pela fazenda. De subir no sino da igreja e ficar lá em cima olhando tudo. De correr a cavalo sem ninguém pra me falar aonde ir. De chegar em casa e descobrir que o iPod não estava na bolsa. Da ansiedade para fazer o FCE. Foi um ano muito especial e inesquecível para mim. Sinto tudo isso, desejo tudo isso, como se tivesse acontecido há alguns meses. Mas hoje caiu a ficha: faz 2 anos.

Isso me fez perguntar: aonde vou estar dentro de 2 anos? Será que vou me lembrar desse ano com o mesmo carinho? Vou estar no cursinho? Vou estar em uma faculdade?

Nisso me lembrei de todos os momentos especiais dos meus últimos anos. Principalmente das viagens com a escola. Meu irmão vai para o Petar amanhã, e eu fiz essa viagem faz 5 anos. Eu sinto que estive lá há menos de 3 meses. E o Pantanal então? Foi no mesmo ano em que criei este blog, então acreditem: faz tempo. Mas sinto como se tivesse sido semana passada.

Esse tempo passou muito rápido. 5 anos se passaram e para mim foram 2. Parece que foi ontem que  cheguei na Viver como aluna nova. E de novo me perguntei: e no futuro? Se o tempo passa tão rápido, para onde vou em alguns anos? Do que vou me lembrar? O que vai ser especial pra mim? Quem eu vou ser?

Será que não devemos aproveitar mais a vida? Será que não devemos criar mais momentos especiais dos quais nos lembraremos em qualquer futuro, próximo ou distante?

Apenas uma reflexão.

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração
                                                                   Epitáfio - Titãs

19 de setembro de 2013

Playlist - Owl City

Bem galera, como vocês puderam perceber, estive beeeem sumida. Acho que faz mais de 1 mês que não posto por aqui. É o seguinte: escola e provas. Estou tão louca com escola que estou quase postando dicas para estudar (se quiserem que eu faça isso, se manifestem). Com esse ritmo de provas inacabáveis, eu preciso ouvir músicas animadas, que me deem ânimo e alegria pra continuar estudando até altas horas sem dormir babando em cima dos livros. Owl City, para mim, faz exatamente isso. Em homenagem, fiquem com minha listas de músicas felizes: por Owl City!

                                                                       To The Sky

                                                                           Fireflies

                                                                      Umbrella Beach

                                                                       Hello Seattle

                                                                 The Saltwater Room

                                                                 Strawberry Avalanche

                                                           All About Us (ft. He is We)

                                                             The Technicolor Phase

Bem gente, é isso. Owl City tem MUITAS músicas bonitas, e atualmente é minha banda favorita (sim, eu sei que a banda é só o Adam, mas ainda é uma banda/projeto musical).

 É isso aí! Espero que minha playlist deixe vocês (poucos leitores que sobraram graças ao meu gracioso desaparecimento) bem animados!

Beijinhos!

Ariel Z.

24 de agosto de 2013

Noite de Verão

Hoje a noite está quente, parece até verão. Mas não é. Estamos no inverno, ainda longe da primavera. Quase um mês nos separa do início da estação das flores. Porém está calor, abafado. Parece aquelas noites de verão moles, lentas e úmidas, quando eu ligo o ventilador no máximo, coloco meu menor pijama e durmo sem cobertas. Principalmente parece que passei o dia na piscina, tenho a sensação de ter mergulhado na água várias vezes hoje, mas não mergulhei. Não é uma sensação ruim, muito pelo contrário: me lembra férias.

Lembra muito aquelas noites em família, quando está perto do natal e eu estou em Araçatuba. Lá é mais quente que aqui. Eu estou sempre esperando a ceia de natal, afinal minha vó cozinha muito bem e eu como até precisar ser guinchada até o quarto. Mas nas noites que antecedem a ceia, eu passo o tempo jogando conversa fora com minhas primas e meu irmão, deitada em um colchão no quarto delas, com o ventilador ligado. Durmo num colchão perto do chão porque o chão é fresco. Ás vezes o Bob invade o quarto e tudo vira um caos, o cão baba em mim, minha primas gritam com ele, a vó aparece no quarto para ver qual é o problema, e ele acaba saindo depois de ter pisado ou babado em todo mundo. Ás vezes jogamos um jogo de tabuleiro ou um jogo de cartas.

Também me lembra o ano novo, que eu também passo em Araçatuba. Na noite da virada, minha vó (outra vez) prepara um jantar magnífico. Só nesses dois jantares eu engordo mais ou menos 3 quilos. Depois do jantar, nos sentamos na sala e assistimos as comemorações em vários lugares do mundo: Japão, Londres, Paris, NY... Quando dá 23h00, mais ou menos, começam a soltar fogos. Eu, minhas primas e meu irmão saimos correndo da casa e vamos para a rua, tentar ver os fogos. Ficamos correndo de um lado para o outro da rua, tentando achar o melhor ângulo. Ano passado, demos uma caminhada por alguns quarteirões e tivemos uma ótima visão dos fogos. Sempre fiquei decepcionada por não ser uma chuva de fogos espetacular, mas percebi que é mil vezes melhor passar essa data em Araçatuba com minha família.

Basicamente, hoje a noite está como uma noite de verão qualquer: quente, abafada, em baixo do ventilador, pijama fresco, água ao lado da cama e um lençol fino para me cobrir. Me traz uma sensação maravilhosa chamada nostalgia. Eu, pelo menos, amo essa sensação.




Ariel Z.

7 de agosto de 2013

O Tal do Vestibular

Pois é, chega um momento da vida em que você passa a escutar a palavra vestibular pelo menos oito vezes por dia. Para mim, esse momento chegou ano retrasado, na oitava série. Comecei a pensar no que eu ia fazer, se eu ia conseguir, em como ia ser difícil, etc, mas acho que a ficha só caiu esse ano. Percebi que estou quase lá. Que ano que vem vou entrar em uma sala, e fazer uma prova que vai decidir se vou ou não ser o que quero. Claro que tem cursinho, mas eu, apressada como sou, não quero fazer cursinho. Enfim, quem já está nesse momento "vestibular" da vida, ou já passou por ele, sabe que a pressão é gigantesca.

Pois é, mas você já parou pra pensar que é você quem vai decidir isso? Que depende de você passar ou não? Que é você quem diz se quer medicina, matemática, pedagogia, arquitetura ou o que quer que seja? Já parou pra pensar que é bem provável que você saia de casa? Nessa hora sua vida muda. É hora de crescer de vez. Ao mesmo tempo que fico ansiosa por isso, tenho também receio.

Tudo isso por causa de uma provinha. Aliás, provona. O tal do vestibular é motivo de desespero para muitos jovens, e eu sou um desses desesperados. O meu problema é que meus pais não botam pressão, mas eu me cobro como se eu precisasse ser o próximo gênio da humanidade e ganhar um prêmio nobel, ou como se eu estivesse tentando entrar para Cambridge ou para Harvard. Por isso preciso tirar acima de oito em todas as provas, ou então não vou passar no vestibular.

Fuvest, Vunesp, Unicamp, ITA... Nomes que escuto todo dia. Provas impossíveis e disputadas. E aí, vou entrar pra faculdade ou não? Nervosismo, estresse, desespero, medo.

Mas da parte boa ninguém fala. Da hora em que você vê seu nome na lista de aprovados, em que comemora com seus amigos, que rabiscam o nome da sua universidade na sua testa e no seus braços. Jogam ovos em você, e seus professores ficam orgulhosos. Nesse momento, você vê que todo o esforço valeu a pena, todas as benditas horas de estudo. Quando seus pais e irmãos(ãs) te abraçam, e te parabenizam por ter conseguido. Orgulho, alívio, alegria.

Digo isso para não desanimar. Eu mesma penso, de vez em quando, que nunca vou conseguir. Que não tenho capacidade. EU sinto isso às vezes. Mas me lembro dessa recompensa maravilhosa que receberei se me esforçar o bastante. Quero medicina, USP, UNICAMP ou UNESP. Sei que se tentar, se estudar, me esforçar, vou consguir.

Portanto não desanimem, todo mundo consegue! Boa sorte.

Beijos!

Ariel Z.

6 de agosto de 2013

6 on 6: Fotinhas

Começando pelo Fotinhas. Há muitos anos, eu e minha prima Emmanuela trocávamos e-mails. Era mania nossa usar "fotinhas" ao invés de "fotinhos", embora nós duas saibamos que o certo é com o. Ou seja, não precisam me corrigir.

Eu e mais 5 meninas resolvemos fazer um 6 on 6. Como fui convidada, ainda não entendi muito bem o que é isso. Sei que tenho postar 6 fotos todo dia 6. Achei muito legal.

Pois é, semana passada meu celular cortou relações comigo e apagou todas as minhas fotos, portanto esse 6 on 6 não terá tema, serão apenas fotos quaisquer (eu queria que fosse de férias). No fim do post, colocarei o link do blog das meninas.

Eu e minha mãe, minha melhor amiga desde sempre.
Eu presa na cadeia da Viver. De acordo com o guarda quem me predeu foi "o flagelo de Deus", vulgo Giulia.
O Hotel em que ficamos em Santo Antônio do Pinhal
O esquilo que morava no hotel em que nos hospedamos
Eu e a Giulia lendo a cartinha que ela me escreveu no meu aniversário. O maior amor
Eu e meu namorado, nossa foto mais linda.

Blog das Meninas
Luana: Sem Caroline
Debora: Sempre Quis Ter Um Assim
Giulia: Oohlala Girls
Lívia: Play Lívia
Aline Frota: More Than Worlds

Bem, tem algumas fotos meio antiguinhas, mas eu não ligo pra isso.

Beijoos!

Ariel Z.

1 de agosto de 2013

Com a Cabeça na Privada

Todos sabem que o Foca tem uns probleminhas de loucura. Ele sempre faz coisas estranhas, tipo fingir que é um monge e roubar o tesouro do caça ao tesouro, cair em cima de um jardim de cactos, enfiar uma faca no CD do God of War, etc. Mas ontem ele se superou.

Estávamos nós no skype, conversando alegremente. Depois de alguns minutos, o Foca anuncia que precisa ir ao banheiro. Ele vai. Saio da janela do skype, e vou mexer em outra coisa. Depois de alguns minutos, escuto um barulho alto e um grito de horror vindo do alto falante do computador. Abro a janela do skype e tento ver se meu namorado voltou com vida de sua pacata ida ao banheiro. Ele volta com o nariz vermelho E UM PEDAÇO DA TAMPA DA PRIVADA. A explicação dele:

- Então, eu espirrei e bati a cabeça nela, e daí ela quebrou. Tem uns pedaços boiando também. Sim, o vaso estava vazio.

Então, como eu assimilo que meu namorado quebrou um pedaço da privada batendo a cabeça nela? Ele já tinha problemas, mas bater a cabeça na privada deve ter piorado tudo. Tenho medo do que pode acontecer.

Fiquem com um frase do ilustre Foca:
"Ninguém nunca foi pra Lua à noite né?"

Ariel Z.